O mundo precisa de mais caracóis!

Muitas têm sido as eras históricas que fazem dos cabelos encaracolados a sua imagem de marca. Ondas mais ou menos definidas, caracóis compactos ou com super comprimento e ainda crespos sem medo do volume são alguns dos looks que deram ao nosso passado mais liberdade, glamour, beleza e feminilidade - ou não fossem os caracóis as curvas mais sensuais e bonitas de uma mulher.  A Embelleze recua no friso histórico do tempo e recorda neste artigo algumas das tendências que tornaram os caracóis os reis da moda capilar: Os enormes cabelos ondulados da Era Vitoriana Durante a Era Vitoriana (reinado da rainha Vitória, entre 1837 e 1901), os cabelos eram símbolo de feminilidade e parte importantíssima da aparência feminina - tão importante que não havia o costume de cortar o cabelo e os longos (e preciosos) fios eram enrolados em penteados extremamente elaborados e enfeitados com fitas, penas ou jóias. O cabelo era também símbolo de status, já que um cabelo saudável era sinal de fartura alimentar e de possibilidades económicas e higiénicas para cuidar da aparência. Curiosamente, acreditava-se ainda que o cabelo da mulher refletia a sua personalidade, e os cabelos encaracolados eram os mais apreciados durante esta época, sendo as mulheres com esse tipo de cabelo tidas como mais doces e bem-dispostas. Não é de estranhar, portanto, que encaracolar o cabelo  fizesse parte da rotina destas mulheres, de forma a preencherem os requisitos da altura.
                                     

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Os caracóis da vitória durante a II Guerra Mundial Enquanto os homens serviam nos campos de batalha, os Victory Rolls ajudavam as mulheres a entrar no mercado de trabalho. Também conhecidos como "caracóis da vitória" (pois foi graças a estes penteados com caracóis que as mulheres ajudaram a montar os aviões que deram a vitória aos aliados durante a II Grande Guerra), os Victory Rolls prendiam o cabelo (com a ajuda de redes, fitas e lenços) e evitavam tanto que as mulheres fizessem pausas para ajeitar o cabelo, como que as longas madeixas femininas ficassem presas nas máquinas. O truque também permitia poupar nas idas ao cabeleireiro e poupar nas lavagens, numa época que era de racionamento dos bens que hoje consideramos básicos. Este estilo mais sofisticado, simples e prático permitiu à mulher mais notoriedade na sociedade. Ao mesmo tempo, e com o aparecimento das modelos pin-up, o estilo popularizou-se no cinema, em estrelas como Rita Hayworth, Bettie Grable, Veronika Lake ou Marilyn Monroe.               O Black Power da liberdade nos anos 60 e 70 Quem não se lembra das mini-saias, das calças largas à boca de sino, das camisas de colarinho comprido e das fartas cabeleiras que apregoavam liberdade aos quatro ventos durante as décadas de 60 e 70? Hippies, ativistas, feministas e  movimentos africanos diversos reclamavam direitos e liberdades, e parte dessa afirmação e contestação passou pela liberdade que deram ao seu próprio cabelo. O Black Power espalhou a beleza do cabelo natural encaracolado e crespo e a moda alastrou-se por todos os quadrantes sociais e géneros, abarcando do lado masculino nomes como Michael Jackson ou Jimi Hendrix, e do lado das mulheres Nina Simone, Elaine Brown, Angela Davis ou até Oprah Winfrey - a conhecida apresentadora de televisão fortemente influenciada pela mentora e também escritora Maya Angelou, uma das grandes vozes dos direitos civis dos afro-americanos.                 As loucas permanentes dos anos 80 Quem não tem fotos de algum membro da família com enchumaços na roupa, perneiras, leggins fluorescentes ou volumosas cabeleiras onduladas que atire a primeira pedra! As permanentes, os cabelos sem rédeas e o extra volume deram corpo aos idos anos 80 e o céu era mesmo o limite para as ondas e os caracóis (muitas vezes forçados com rolos de plástico e ferros quentes) que reforçavam a autonomia, o poder, a força e a determinação da mulher moderna, representada em figuras icónicas como Farrah Fawcett, Madona, Cher ou Tina Turner.                 O presente e o futuro têm onda para todos os gostos A confluência de culturas, estilos e modas que veio para ficar à boleia da globalização e da era tecnológica, que coloca todas as tendências à distância de um clique e dá a todas as mulheres a liberdade de usar os seus caracóis naturais (ou transformados) à medida dos seus sonhos, da sua identidade e das suas aspirações. Para dar às ondas, aos caracóis e aos crespos a liberdade, a definição, a nutrição e o volume que merecem, a Embelleze dispõe de várias linhas de produto especialmente concebidas para cada tipo de cabelo encaracolado: Linha Novex Meus Cachos: Composta por Champô, Condicionador, Máscara, Ritual de Fitagem e vários Cremes de Pentear, esta linha reúne sete poderoso óleos nutri-funcionais (Oliva, Argan, Ojon, Monoi, Coco, Manteiga de Karité e Moringa) e oferece aos caracóis, para além de hidratação e nutrição, uma poderosa ação antifrizz e um brilho sublime. - Linha Estilo AfroHair: Das ondas naturais aos caracóis mais definidos, passando pelos crespos fartos e volumosos, esta linha oferece aos cabelos extra suavidade, hidratação, brilho e controlo do volume à medida de cada mulher. Para tal, a linha AfroHair dispõe de Champô, Condicionador, Ativador de Caracóis, Estilizador de Caracóis, Creme de Pentear, Humidificador e Humectação Óleo Cremoso. Linha Novex Meus Cachinhos: Testada e dermatologicamente aprovada, esta linha foi exclusivamente criada para as necessidades específicas das crianças com cabelo encaracolado. Está composta por Champô, Condicionador, Ativador de Caracóis e Spray Desembaraçante.